As botas de Mira anunciam-na. Cada passo transmite certeza através do ar carregado de Momentum da câmara de reunião. Ela entra na sala vazia como se já tivesse negociado seus termos com o deserto lá fora.
O conjunto está presente: Kai, Taro, Eve, Kaori. Mira cumprimenta-os por espécie, por essência, por aliança.
MIRA: "Cantora do caos. Sombra tecnológica. Ser de penas. Mente geométrica."
Cada membro reconhece-se não como indivíduo, mas como função. Como peças de um arranjo cósmico cuja conclusão estão a ver pela primeira vez.
MIRA: "O limiar não aguentará muito mais tempo. Atravessamos a mesma porta ao mesmo tempo, ou nada feito."
Ninguém pergunta que porta. A questão é o que está do outro lado.